Vereadores apresentam proposituras que buscam amenizar os impactos causados a população propriaense

por Mozzarth Almeida publicado 08/04/2020 00h00, última modificação 28/04/2020 12h09
Inevitavelmente os problemas causados pelo surto de covid-19 em nosso país seriam destaque com a volta da Câmara Municipal. Em sessão ordinária da noite de ontem, 07, proposituras foram apresentadas e discursos foram feitos seguindo esta temática, direcionada a medidas que possam amenizar os impactos causados a população propriaense.

Diversas temáticas foram abordadas, desde o funcionamento das agências bancarias e lotéricas, até a distribuição de cestas básicas realizadas pela Prefeitura Municipal. Os vereadores Heldes Guimarães (PSD), Mattheus Silva (PL), Samuel da Cunha (DEM), Pequeno (PL), Jairo do Bairro Matadouro (MDB) e o presidente da Casa de Leis, Aelson dos Santos (PSD), utilizaram o grande expediente.

A sessão ocorreu com as portas fechadas ao público, todas as recomendações do Ministério da Saúde foram atendidas, limitou a presença exclusiva dos vereadores e de um número reduzido de servidores. A mesma foi transmitida via Facebook (Câmara de Vereadores de Propriá) e pela rádio Propriá FM (104,9).

Na ocasião, os parlamentares aprovaram por unanimidade o Ato da Mesa Diretora nº 02/2020, no qual regulamenta as atividades do Poder Legislativo Municipal durante este período de quarentena. O primeiro ato durou 15 dias, seguindo a o Decreto do Governo do Estado, do dia 24 de março, com medidas restritivas ao labor dos servidores públicos do Estado, prorrogados até o dia 17 de abril.

De acordo com o ato da mesa diretora, as sessões ordinárias ocorrerão, preferencialmente de modo virtual, através de videoconferência, porém, na impossibilidade haverá reunião quando houver matéria de relevante interesse público, sem presença de público e respeitando as orientações do Ministério da Saúde.

O presidente Aelson externou que desde o inicio das medidas restritivas tem estudado a realização de sessões virtuais, realizando testes em algumas plataformas. “Infelizmente a que estávamos quase decididos a utilizar, houve recomendações da Anvisa para não utilização por problemas de segurança. Mas vamos continuar buscando uma solução para isso”, enfatizou Aelson.
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