Câmara de Propriá aprova projeto de conscientização ambiental

por Mozzarth Almeida publicado 27/09/2017 20h41, última modificação 27/09/2017 20h41
De autoria da vereadora Dilma da Colônia (SD), a proposta foi votada na última terça-feira, 26, e visa estimular o uso sustentável dos recursos naturais, contribuindo para manutenção dos corpos hídricos da cidade.

A Câmara de Vereadores de Propriá, aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei nº 026/2017, que institui o plano de conscientização ambiental “O Rio São Francisco É Meu”, e prevê a sua implantação nas escolas da rede municipal de ensino. De autoria da vereadora Dilma da Colônia (SD), a proposta foi votada na última terça-feira, 26, e visa estimular o uso sustentável dos recursos naturais, contribuindo para manutenção dos corpos hídricos da cidade.

O PL busca oferecer orientações gerais sobre ecologia e práticas socioambientais, ensinando aos alunos 1º e 2º ciclos do Ensino Fundamental a importância ecológica e estratégica do Rio São Francisco. O objetivo principal do plano é instruir crianças e adolescentes, estudantes da rede municipal, para criar multiplicadores que atuarão em suas respectivas comunidades realizando um trabalho de proteção ambiental.

A proposta ressalta que todas as diretrizes devem respeitar a condição da criança e do adolescente, protegendo-os de possíveis situações de risco. O projeto ainda autoriza a Secretaria Municipal de Educação a firmar parcerias com outros órgãos da administração pública (municipal, estadual e federal), além de instituições da sociedade civil e do Comitê da Bacia do Rio São Francisco – CBHSF.

“O ensino voltado para as práticas sustentáveis é mais do que necessário para a formação das futuras gerações de Propriá e a preservação sistemática de nossas riquezas naturais e do nosso modo de vida, evitando colapsos em setores vitais à nossa sobrevivência. As crianças que formamos agora serão as responsáveis por tomar decisões que irão conduzir o planeta numa direção diferente daquela na qual o colocamos. São elas que promoverão uma cultura voltada para o uso sustentável e a conservação inteligente”, justificou Dilma da Colônia, autora do PL.

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